A Vidente - Hanna Howell

A vidente - Hanna Howell


Atentados, assassinatos, filhosbastardos, chantagem, famílias inteiras com dons sobrenaturais. Esses são apenas alguns dos ingredientes de “A vidente”, romance de Hannah Howell que a Lua de Papel lança no mercado brasileiro. Um enredo envolvente, com ação, suspense e doses de romantismo que prendem ao leitor do início ao desfecho da história.

A personagem que dá título ao livro, Chloe, é capaz de prever o futuro através de visões – fato comum entre os Wherlocke, uma família cujos membros convivem há muitas gerações com habilidades que desafiam a razão. Graças a esse dom, Chloe impede que o herdeiro dos Keenwood morra ao nascer. Alguns anos depois, salva também o pai da criança, o conde Julian, vítima dos mesmos algozes. Traído pela própria esposa e pelo tio ambicioso, Julian se une a Chloe e seu primo Leopold para se livrar de seus inimigos. A irresistível atração que surge entre Julian e Chloe torna ainda mais perigosos os movimentos deste jogo de vida e de morte.

“A vidente” se passa na Inglaterra de 1785, quando a América apenas recentemente deixara de ser chamada de colônia, a honra era defendida em duelos, e a forca era o destino dos piores criminosos.  Hannah Howell resgata este gênero com o que ele tem de puro e romântico, mas também funcionando como uma janela para os costumes e valores de um período histórico.

 “A dimensão da traição que sofrera ainda doía de uma maneira quase esmagadora. Beatrice tinha lhe negado o direito de conhecer o próprio filho e ainda tinha planejado a morte do garoto. Por motivos óbvios, ela não ousou matar o próprio filho, mas deixar um recém-nascido nos braços de uma mulher à beira da morte, sem saber que Chloe estava por perto, também foi uma forma de assassinato. Saber que o seu tio tinha tomado parte do crime foi ainda mais duro de suportar. (...)” Por um momento Julian sentiu uma tremenda vontade de sucumbir novamente, mas conseguiu espantar a terrível sensação causada pelo choque ao ficar sabendo que um traidor tinha manchado o sangue dos Kenwood. A sua linha sucessória estava salpicada de embusteiros, sedutores, piratas e um bando de outros que não eram motivo de orgulho, mas nunca um traidor.


Fonte: 45º Graus


Fiquei sabendo deste livro hoje, e já fiquei salivando pra ler...
Minha autora favorita em se tratando de romance de época. Adoro a Hanna, de quem já me sinto íntima, após mais de 10 anos lendo suas histórias.

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